gabrielcezar:


Sempre existe verdade por trás do “estou brincando” um pouco de dor por trás do “estou bem” um pouco de emoção por trás do “não me importo”.
Sempre existe verdade por trás do “estou brincando” um pouco de dor por trás do “estou bem” um pouco de emoção por trás do “não me importo”.
Deixei de ouvir tanta gente por considerar o que eu penso e o que sinto o certo, ou melhor dizendo, por querer seguir o meu coração, e se um dia me perguntarem se me arrependo, poderia dizer tranquila, que fiz o que achei que deveria fazer. 
Deixei de ouvir tanta gente por considerar o que eu penso e o que sinto o certo, ou melhor dizendo, por querer seguir o meu coração, e se um dia me perguntarem se me arrependo, poderia dizer tranquila, que fiz o que achei que deveria fazer. 
É em teus braços que me sinto segura, é o teu beijo que me faz viajar, teu olhar que transparece a pureza do nosso amor, e é em teu sorriso que sinto a felicidade de ter você só pra mim.
É em teus braços que me sinto segura, é o teu beijo que me faz viajar, teu olhar que transparece a pureza do nosso amor, e é em teu sorriso que sinto a felicidade de ter você só pra mim.
A vida é feita de surpresas onde sua missão é viver, alguns momentos podem durar tão pouco e ficar na sua memória por muito tempo, algumas pessoas podem fazer muito pouca parte da sua vida e ser considerada pra sempre. Imagino um dia em que todas as pessoas tivessem o direito de ser feliz, mesmo que seja só por um momento, para ter a oportunidade de sentir o que realmente desejam e acreditar que sonhos não são bobagens. as vezes você percebe que as aparências enganam e você pode sofrer muito com isso! O tempo é uma coisa que não permite voltar para trás, então só se arrependa do que você não fez, aproveite cada segundinho da vida , pra ficar guardado eternamente em sua memória.

Leitores amados, espero que tenham gostado dos posts com a tag "Entre amigas", porém pretendo voltar com elas algumas vezes. E gostaria de fazer melhor, saber um pouco sobre vocês, se tem alguma história envolvida no assunto ou até mesmo alguma dúvida a tirar, maaas fiquem tranquilos que não postarei o nome se não quiser, apenas sua história..
Se alguém resolver de se abrir para nosso blog, só contar sua história através do meu e-mail sp.poubel@gmail.com ou falar comigo lá no face https://www.facebook.com/StephanyPoubel..
Beijo a todos. ;)
segunda vez

A primeira vez já foi, acabou o mistério. Um monte de encanações ficaram pra trás, mas isso não quer dizer que agora vai ser sempre fácil. Porém, se rolar de novo com o mesmo garoto, a intimidade faz você ficar ainda mais à vontade. E, mesmo que não seja, você terá mais espaço para curtir o momento depois de quebrar o enigma da primeira vez.
Além disso, alguns outros fatores ajudam a transa a ficar legal:
Intimidade: É fundamental ter ao seu lado uma pessoa muito bacana, que te deixe à vontade e que você tenha a certeza de que gosta de você. Não precisa acreditar no amor eterno, mas é fundamental sentir que o cara te respeita e não vai trair sua confiança.
Conversa: Não tenha vergonha de tocar nos assuntos relacionados a sexo com o garoto. Tem que falar sobre suas encanações, inclusive, sobre usar camisinha.
Informação: Vale trocar experiências com as amigas que já passaram por isso, a mãe e até o ginecologista (fique tranqüila que, se você não quiser, ele não vai contar nada pra sua mãe).
Vontade: Não vale transar só porque o garoto está a fim. É super importante estar certa do que VOCÊ quer para que a transa não vire uma lembrança chata depois.
É claro que o tempo ajuda você a ficar mais à vontade com seu corpo, com o corpo do garoto e com o sexo. Por isso, nada de pressa, ok?! E se surgir alguma dúvida, é só escrever aqui do lado!
Beijos =*
Casal de namorados na cama

Todo mundo tem uma primeira vez, inclusive os meninos! E assim como você, eles ficam inseguros e nervosos. A M. contou que na primeira vez com o namorado, ele estava ainda mais nervoso que ela.
Se o nervosismo atrapalhar o menino na hora H, fique calma, isso é normal! Ele pode não saber direito onde colocar as mãos, como tirar sua roupa, o que dá e o que não te dá prazer…
Com os meninos, os sinais de nervosismo são ainda mais evidentes. Nessas horas de tensão eles podem simplesmente não segurar a onda e broxar — ou seja, não conseguir ter ou manter a ereção. Se isso acontecer com você (ou melhor, com ele!), mantenha a naturalidade. O melhor é não encarar acidentes de percurso como problemasNão fique achando que a culpa é sua, nem faça cobranças.Nem tudo dá certo quando estamos aprendendo.
E, analisando friamente, é até reconfortante saber que ele também está nervoso, né? Vai aumentar ainda mais a cumplicidade entre vocês.
E aí, isso já aconteceu com vocês?
Escrevam mandando dúvidas!
Beijos!

Pode ser no momento em que ele estiver insistindo, pode ser depois que o clima esfriar, ao vivo, por mensagem, enfim. Abra o jogo, diga que ainda não quer/ não tem vontade/ não se sente segura. Se ele gostar de você, ele vai entender, respeitar seus limites e esperar. Sexo sem vontade não deve rolar nunca.
Essa regra vale para a primeira vez e para sempre. Seja porque você ainda não se sente preparada ou porque naquele momento você não está a fim, você deve ir até onde se sentir à vontade, fazer o que for prazeroso para os dois (e não só para ele).
Se você se sente à vontade com ele, falar sobre esse assunto não deve ser um problema. Por outro lado,se você não sabe como dizer isso ao garoto, sinal amarelo:  talvez ainda não role muita intimidade entre vocês. Aí é normal que você esteja insegura para dar um passo a frente. Tudo tem seu tempo, certo? E, se o cara não entender, caia fora. Simples assim…
Vocês têm mais dúvidas? Escrevam!

Beijos!

É bem fácil saber,  Basta despreocupar de todas as coisas que você leu, falou, escutou sobre o tema e prestar atenção nos seus sentimentos.
Você achou gostoso? Você sentiu prazer? Você conseguiu relaxar? Deu vontade de repetir? No final de tudo, você estava feliz?
É isso que importa. No sexo não existe regras, uma cartilha que vai determinar se está certo, se é normal, se foi bom. Dentro desse campo, tudo que você e o garoto estiverem a fim de fazer e fizerem com o consentimento dos dois é legal e vale a pena ser experimentado.
E, claro, nem todas as vezes são iguais. Uma pode ser melhor que a outra. Isso também é perfeitamente normal.
Então, o segredo, é parar de pensar e sentir. Simples assim!
Beijos! ;)
Arrependida

Se arrepender de uma transa não é a coisa mais legal do mundo, mas pode acontecer. Segundo uma enquete, 47% das garotas já se arrependeram de uma transa. A maioria delas acha que deveria ter esperado um momento mais especial.
E já que não dá pra voltar no tempo e mudar a sua história, o jeito é encarar a situação e aprender com essa experiência. É hora de fazer uma autoavaliação: por que você se arrependeu? Porque não foi bom, porque doeu, porque achou que foi muito cedo, porque as coisas não aconteceram como você tinha planejado, porque o menino sumiu depois que vocês transaram?
Entender os motivos vai te ajudar a não repetir os mesmos erros no futuro e, assim, ser mais feliz das próximas vezes. Em quase todas as situações, dá pra pensar, aprender com o erro e seguir em frente. Só não dá pra apagar doenças ou uma gravidez indesejada. Por isso, é tão importante usar camisinha, sempre.

Se você começar a tomar a pílula no primeiro dia do seu ciclo (o primeiro dia da menstruação), a pílula anticoncepcional irá te proteger contra a gravidez desde o primeiro comprimido.
Se a pílula começar a ser tomada na metade do ciclo, a proteção só começa a valer a partir do seu segundo ciclo (você deve esperar ficar menstruada mais uma vez para só então despreocupar).
Mas o que garante a proteção é a regularidade. Ou seja, quem toma pílula tem que ter disciplina e tomar o remédio diariamente, conforme a orientação do médico. Uma pílula esquecida pode colocar tudo a perder.
E, não custa lembrar: a pílula não protege contra doenças sexualmente transmissíveis. Pra isso, só tem um jeito: camisinha. Combinar os dois métodos é garantia de segurança total! Pra que arriscar, certo?
A F.  transou com o namorado sem camisinha e agora está morrendo de medo de estar grávida. Para piorar, ela ainda desconfia que tudo rolou durante seu período fértil. Mas como saber quando é o seu período fértil?
Faça as contas:
- O ciclo menstrual dura cerca de 28 dias, sendo que o dia 1 é o primeiro dia da sua menstruação.
- No meio do ciclo, ou seja, por volta do 14º dia após a menstruação, você ovula. Esse é, portanto, o auge do seu período fértil!
- Os 5 dias anteriores e os 2 dias posteriores a essa data também estão na zona de risco.
Esses são os dias do mês em que há mais chance de um óvulo ter sido liberado e estar a caminho do útero, prontinho para encontrar um espermatozóide e ser fecundado. Ou seja, a chance de ficar grávida é muito maior.
Mas cuidado: essa regrinha só vale para meninas com o ciclo super regular, o que é raro na adolescência. Qualquer alteração nesse ciclo faz o seu período fértil mudar de data.
Complicado, né? Por isso que não dá pra confiar nesse método (chamado de tabelinha) para prevenir gravidez. O melhor é garantir sua tranquilidade usando camisinha, sempre.

Espero ter arrasado neste post, sei que as fãs do Luuh não irão perder por nada *-*
Luan Santana
Não importa se você está começando a gostar de um garoto, se está superapaixonada ou até esquecendo alguém e partindo pra outra: sempre vai ter uma música do Luan Santana que tem tudo a ver com o seu sentimento. E para te inspirar ainda mais no dia do aniversário do cantor (13/03), a CH mostra 5 lições que podemos aprender com as letras do Luan. Dá o play!

1. Seu amor à distância pode dar certo
Um relacionamento é muito mais do que estar perto. É preciso ter comprometimento, entender e respeitar a outra pessoa, além de muitas outras coisas. E o mais importante: tem que ter amor! A música "Te Vivo" fala exatamente sobre isso, só depende de vocês para fazer o namoro a ditância dar certo!
"A gente não precisa estar colado pra estar junto
(...)
Eu não preciso te olhar
Pra te ter em meu mundo
Porque aonde quer que eu vá
Você está em tudo"


2. Faça surpresas para quem você ama
Tem coisa melhor que surpreender e agradar e pessoa de quem você gosta? Em "Incondicional", Luan fala sobre tudo o que ele faria pela menina que ama. Ok, não precisa subir nas nuvens como ele, pode surpreender com um presente, um recado, um SMS... Hahaha!
"Eu vou subir nas nuvens pra desenhar o teu sorriso
E no azul do céu, vou ver os seus olhos brilhando
E em meio as estrelas, fico flutuando"


3. É preciso ser fiel
Não dá para querer cobrar algo do menino que você gosta, mas fazer o contrário. Se você que ele seja fiel e te respeite, é preciso dar o mesmo em troca. Assim como na música "Promete", com certeza o esforço valerá à pena! ;)
"Vou perguntar baixinho ao pé do ouvido
Promete que vai ser só minha
Que vai me entender num olhar"


4. Entregue-se
Por mais que você não queira se apaixonar e lute contra isso, quando o sentimento vem, não tem jeito. E se você encontrou alguém legal, porque lutar contra isso? Faça como na música "Estou Em Suas Mãos" e declare-se!
"Tô viciado em você,
Eu já fiz de tudo pra tenta te esquecer,
Mas quando eu te vejo
Bate forte o coração!
Acho que a gente tem que parar de bobeira,
E se entregar de vez nessa paixão."


5. Afaste-se de quem não te faz bem
Sabe aquele cara que não te dá valor e que só te faz mal? Faça como na música "Minha Boca Você Não Beija Mais": tome coragem e afaste-se dele! Não é fácil, mas pode apostar que você vai ficar muito melhor sem ele!
"Você passou da conta
Então vou ser bem prático pra te falar
Com quem mais te amou,
Você não mais apronta"
Eu quero casar com você, quero acordar do seu lado, quero brigar com você. Quero mandar você calar a boca mesmo sabendo que você não vai calar, e te calar beijando você. Quero provar todos os dias que eu te amo. Quero te fazer feliz, assim como você me faz. Quero morrer de cansaço ao correr atrás de você, depois de uma guerra de travesseiros. Quero dormir com você naquele sofá apertado depois de assistir o seu filme preferido. Quero morrer de rir ao ouvir você me contando uma piada, por mais sem graça que seja. Quero te acordar com vários beijos. Quero dizer que te amo. Eu apenas quero te fazer feliz, como ninguém nunca fez. E tem sido você, e vai continuar sendo você. Por tanto tempo eu quis, e então você chegou. E entenda que eu não quero mais o travesseiro como companhia… É você que eu quero abraçar a noite inteira. Sentir seu carinho durante o sono, olhar para você enquanto estiver dormindo. Dar beijos no seu rosto só para te despertar. E de manhã, te dar um belo “bom dia” para ficarmos o resto do dia nublado, deitados. Eu quero que você se sinta a pessoa mais feliz do mundo, a única capaz de ser pra mim um sonho em noite de insônia. E eu tô aqui, sabe? Pra conversar, brigar, rir, fazer loucuras. Não precisa me contar o que aconteceu ou porque você tá mal. Só me deixa tentar colocar um sorriso no seu rosto. Confesso que encontrei meu motivo pra sorrir. Encontrei alguém que eu queira dividir a minha cama, meu amor e minha vida. Encontrei alguém que aguentasse meu coração enjoativamente doce, e que suportasse meu humor incrivelmente amargo. Alguém que queira meu amor, mas que tenha minha amizade. Alguém que roube minha confiança e leve meu coração de brinde. Alguém que eu queira dormir de mãos dadas e acordar do lado. Alguém pra ser criança como eu. Alguém que tenha teu tempo todo meu e minha vida toda dele. Alguém que deixe o mundo pra me dar um beijo. Alguém que encontrasse o que procurou a vida toda, aqui dentro de mim. Alguém pra eu contar meu dia e alguém pra falar “te amo”. Alguém pra ser meu, de um jeito bem clichê. Alguém pra eu viver aquilo tudo que eu julgava besteira e que hoje é tudo que eu tenho. Eu quero você. Digo, repito, falo outras mil vezes. De trás para frente, de frente para trás. De canto, de lado, da maneira que for. Eu quero você. Que tenha clichê, ciúmes, malicia, sacanagem, egoísmo, afeto, loucuras, falhas, erros, acertos, perdões, beijos, abraços, pegação, sexo, amor, transa, filme juntinho, dormir de conchinha, mãos dadas, que tenha todas as coisas do mundo, mas que seja apenas entre eu e você."
— Cazuza.
Queria parar de ter essa mania de guarda tudo para mim. Meus pensamentos, minha imaginação tão fértil, tudo é tão estranho quando não escrevo no meu diário. Parece que o mundo escurece de repente, me sufoca. Mas preciso ser assim porque não consigo contar pra ninguém o que estou sentido, é meio louco eu sei, e sei da agonia que isso faz. Penso a cada dia poder compartilhar uma parte dela aqui, só que é difícil. Ultimamente estou pensando em uma maneira de transmitir meus pensamento de alguma forma que vocês sempre terão guardados para utilizar no dia que precisar, nada mais justo que fazer um livro.
É , isso mesmo, um livro. De alguma forma comecei a escrever e em breve vou dar meu jeito de publicar :P
24 maio 2013
O que eu bebi por você não tinha motivo nenhum. Era mais pra molhar a garganta e deixar descer as coisas pra dentro, sentir arder a garganta e dar um longo bocejo esperando o mundo desaparecer. E quando uma coisa só não funcionava, eu misturava tudo num copo só pra ver se dava jeito. Mas não tinha jeito e o efeito só me fazia cair de um lado pro outro como se eu fosse algum equilibrista numa corda bamba – o que me fazia lembrar que era exatamente assim que eu me sentia com você.
Eu só bebi por você pra ver se eu conseguia enxergar duas de você com a minha visão turva – com sorte a outra me quereria se você não me quisesse de vez.
O que eu bebi também era pra acordar do lado de alguém que não fosse você. Mesmo que eu não me lembrasse de quantos táxis eu precisei pra chegar até ali e mesmo que o gato dela lambesse a minha cara pra acordar num sábado ensolarado qualquer. Eu bebi pra ver se o mundo rodopiava na minha frente e me deixava de frente pra alguma versão de você que me quisesse.
O que eu bebi por você não tinha cerveja nenhuma. Eu tinha cevada de que seria uma tremenda duma burrada, mas eu subi naquela mesa e dancei com todo mundo como se as portas do bar me separassem das lembranças. Eu bebi por você pra ver se as coisas coloridas dariam jeito no meu humor cinza. Pra revirar o estômago e ver se matava as borboletas envenenadas. Pra botar pra fora tudo o que nem adiantava eu dizer pra você – porque isso não ia mudar qualquer tipo de sentimento que você tivesse, ou a falta deles.
Os três copos quebrados, o dinheiro perdido, os nomes dos garçons trocados e alguns bons olhos roxos que consegui dos amigos feitos em vinte minutos me serviram pra esquecer por um tempo o que eu bebi por você. Algum som ligado e o barulho bem alto pra tapar meus ouvidos e me fazer ouvir qualquer coisa diferente que não ritmasse com a agonia que eu tava naqueles dias. Alguma taça molhada ou batom borrando a camisa, alguma bunda durinha que não parecia a sua, algum perfume doce demais que se misturava com a mistura e me rendia umas náuseas bacanas que em nada lembravam você. Uma mão ocupada, um par de calças no chão, os sentidos bombardeados, deitados no meu colchão. E fim.
O que eu bebi por você tinha uma dose de brinde e brigas.
E a minha impulsividade era sua pulsação, alcoolicamente ciente de que eu não a sentiria mesmo que fosse essa a intenção.
E nenhuma das duas de você me queria, mesmo que eu tivesse certeza que as duas sorriam pra minha visão embaçada. Na fotografia. E eu do lado. Como dois de mim olhando pra você. Rejeitados.
E daí eu apaguei. Como todo fim de semana eu apago. Sem afago, sem me lembrar de muita coisa. Com o telefone jogado no sofá. E o histórico não me deixa mentir: por mais que eu tentasse esquecer, tudo, tudo, tudo, tudo o que eu bebi só me fez lembrar de você.
E eu bêbado de novo.
Tem um ditado que diz que a vida é boa pra quem gosta dela. E Zach Sobiech foi 
uma dessas pessoas, mesmo tendo todos os motivos para se revoltar com ela.
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Com 14 anos, ele foi diagnosticado com Osteossarcoma, um raro tumor maligno que ataca os ossos e que costuma aparecer em crianças. Durante seu tratamento, ele fez 10 cirurgias e 20 sessões de quimioterapia.

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Em março de 2012, os médicos disseram que não havia mais o que fazer e que ele só teria mais um ano de vida. Ele então se viu tendo que responder uma complexa pergunta que precisava de uma resposta rápida: como usar seu último ano de vida? Diante dessa situação, há duas opções: desistir e passar o resto dos dias sofrendo e se perguntando porque isso tinha que acontecer com você; ou seguir em frente e viver os seus últimos dias da melhor forma. Zach ficou com a segunda opção.

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Ele resolveu investir pesado na sua maior paixão – a música. E correu, porque o tempo era curto. Se juntou com a amiga de infância, Samantha Brown, e gravou o seu primeiro álbum, Fix Me Up, lançado no começo de 2013.

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O garoto gravou um vídeo com a música “Clouds” que rapidamente se tornou viral no Youtube, ultrapassando 4 milhões de visualizações:

Eis um trecho da música livremente traduzido:
We could go up, up, up (nós poderíamos ir pro alto, alto, alto)
And take that little ride (e dar aquele passeio)
And sit there holding hands (e sentar aqui dando as mãos)
And everything would be just right (e tudo ficaria bem
And maybe someday i’ll see you again (e talvez algum dia eu te verei de novo)
We’ll float up in the clouds and we’ll never see the end (vamos flutuar nas nuvens e nunca veremos o fim)
And we’ll go up, up, up (e iremos pro alto, alto, alto)
But i’ll fly a little higher (mas eu vou voar um pouco mais alto
We’ll go up in the clouds because the view is a little nicer (vamos por cima das nuvens, porque a vista de lá é melhor)
Up here my dear (porque aqui, meu amor)
It won’t be long now, it won’t be long now (não vai durar muito, não vai mais durar muito)
Vários artistas e celebridades se inspiraram com a história do mais novo e talentoso cantor dos EUA, e gravaram versões cover da sua música de despedida:

20 de maio de 2013 foi o último dia de Zach na Terra. Antes disso, o pessoal do canalSoulPancake gravou um documentário chamado “My Last Days” no qual os últimos momentos de vida de Zach foram retratados. Ao invés de encontrar um adolescente amargurado, as cenas que vemos nos mostram uma pessoa feliz, alegre, um tanto quanto emotiva diante da situação, mas sempre com um brilho nos olhos e uma vontade de aproveitar da melhor forma a dádiva da vida.


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“Meu nome é Zach Sobiech. Tenho 17 anos. Me disseram que eu tenho poucos meses de vida. Mas eu ainda tenho muito trabalho a fazer. Eu quero que todo mundo saiba: você não precisa descobrir como vai morrer. Apenas comece a viver.”
Talvez você esteja se perguntando porque essa história veio parar aqui no Hypeness, um site que fala de inovação e criatividade – porque, pra gente, o conceito de inovação também se estende para a vida, e Zach exemplifica isso muito bem. Numa situação na qual ele teria todo o direito de se colocar como vítima, ele resolveu fazer diferente e inovou na forma de enfrentar uma doença tão cruel. Acelerou o quanto pode pra deixar a sua marca, pra perseguir o seu sonho, pra passar o seu recado pro mundo. Encarou a doença de uma forma nova, e definitivamente conseguiu inspirar muitas pessoas. O mundo precisa de mais pessoas como Zach.
(Duas horas depois que Zach se foi, o single Clouds ficou em primeiro lugar no iTunes americano.)

fim

 E você, está esperando o que pra perseguir o seu sonho?


Você tinha o mundo num sorriso. E foi tão fácil gostar de você que eu não entendo até agora como eu demorei tanto pra me deixar ceder. Você era sóbrio demais pros meus modos. Conduzia cada palavra pra algum lugar certo e eu ali, perdida, no meio de um bando de gente que não era você.  A vida é maravilhosa, querida e eu só consegui acreditar nisso minutos depois de você. Da surpresa. Do seu rosto gentil me olhando e eu sei que você tá com medo, mas vem comigo, menina e eu não parava de tremer e tenho certeza de que você não percebia o meu nervosismo do seu lado. Mãos, braços, beijos, abraços e uma ternura desconhecida. O que eu vim fazer aqui mesmo? Continuava perdida e você me joga num labirinto. Como é que eu faço pra sair daqui com você? Achava que você só iria me confundir mais ainda, mas você está terrivelmente enganada, meu bem. Foi confusão e euforia. E eu senti vertigem.
Abri os olhos e tinha você ali. E o seu sorriso ainda era o mundo e eu já não via mais ninguém em volta. Fomos ignorados, mas será que eu conseguiria ignorar o meu estômago revirando? Tive ânsia de vômito e sei que nessas horas o seu romantismo deve ter falhado, mas fica calma que eu te levo embora ou pro banheiro, você quem sabe. Respirei fundo e você riu. Ninguém me olhou tão fundo assim nos olhos e se perdeu de mim tão rápido como você. Eu respirava fundo e tentava entender onde as minhas convicções tinham ido parar. Tá tudo bem com você e eu queria dizer que não, que eu tava sentindo umas coisas aqui dentro que fazia tempo que eu não sentia e você quer uma água? eu vou buscar, mas sei lá, você iria sumir no dia seguinte ou me aparecer com alguma coisa diferente de mim que eu deixei pra lá. E senti vertigem mais uma vez. Porque eu não esperava nada daquilo. Nada de você, nem nada de mim. E Nunca esperei tanto por alguns minutos na vida. Daí você chegou, eu tava procurando por você, fica aqui comigo, e por mim tava bom. Coração acelerado e mãos tremendo e o seu sorriso continuava ali. E foi o vem cá mais doce que eu já ouvi de alguém. Pela primeira vez, eu queria ser cuidada ao invés de cuidar de alguém. Ao invés de evitar alguém que me soltasse dum pulo de Bungee Jump.
Você sabia que tinha sido o primeiro desses, desses caras que mexem comigo da forma que mexeu, desses pra quem eu escrevo num caderninho de capa roxa guardado na último gaveta da cabeceira. No exato instante em que me deixou em casa você soube. Afrouxou o cinto de segurança pra me dar boa noite e um beijo. E insegurança. Sorriu como se pudesse fazer sol de noite. Você ainda tem o sorriso no mundo. Será que eu te vejo dia desses?, por mim você nem tirava os olhos de mim, rapaz. E já não era mais confusão nem euforia. Eu sorri de um jeito que nunca tinha sorrido antes pro espelho assim que você arrancou com o carro. E nem precisava de um espelho pra constatar isso. Pedi desculpas por ser tão estrambelhada e eu podia sentir você achando graça de mim de longe – eu mesma sentia.
Dormi com medo de pensar demais em você, pensar demais em toda essa correria confusa e inesperada que sacudiu meu mundo de um minuto pro outro, pensar demais em como eu lidaria com isso e essa era a primeira vez em que tive medo de alguma certeza e prometi pra mim mesma que não queria que você ficasse na minha cabeça. Rezei – nunca rezava – e depositei toda a minha fé num pedido controverso: eu não posso querer esse rapaz, meu Deus. Não daquele jeito. Com um sorriso do tamanho do mundo. Eu sairia de mãos vazias, tendo que compartilhar o mundo no seu rosto com os outros. Eu pedi – nunca pedia – pra não sonhar com você.
Impossível.
Acordei sorrindo o mundo.
Foi emoção e poesia. E eu não senti mais vertigem.
Ah, se você conhecesse um pouco sobre ela, você teria a certeza de que ela transborda. Ela tem um efeito catártico, daqueles que pisam nas poças d’água sem ligar pras barras das calças. Ela não liga pras canelas molhadas e nem pro estardalhaço que a água faz. Corre, corre e corre tanto que nem respeita os sinais, e a gente tem certeza de que você também não os respeitaria se a conhecesse.
Você poderia viver num splash eterno com ela.
Ela te contaria das histórias de um mundo vazio, deserto e cheio de tempo que vai demorar pra passar se você sentir agonia. Mas te conta com um baita sorriso no rosto e, olha, ela transborda. E te provaria que a vida vale a pena justamente porque transborda como água. E cura toda dor no peito se você acreditar nela. No sorriso nela e no que vai brotar no teu rosto se confiar nela. Talvez ela sonhasse com você e te contasse com pormenores sobre as aventuras que tiveram a dois, mas é muito mais a cara dela falar sobre os dramas, desses escassos, desses profundos que requerem máscaras de oxigênio pra você não perder o ar.
Você poderia viver em soluços com ela.
Dia desses ela tava cantando alto no chuveiro, com aquele barulho gostoso da água caindo e a gente não sabia se a voz era triste ou se ela tinha alguma felicidade nessa coisa de misturar suor com lágrimas e sentir tudo isso na boca com uma delicadeza sem tamanho. Rapaz… Ela era só dela naqueles vestidos que roçavam o chão e roçavam as pernas e roçavam nas mãos da gente que ia explorar as coxas dela. Ela até parou de usar por um tempo, e isso foi na fase dos casacos e do isolamento acústico do choro e da voz dela. Mas passou.
Ela era bem feliz, rapaz. E te convenceria disso até a ideia reverberar num eco firme dentro da sua cabeça.
Sumiu por aí e me disseram que ela tava perdida. Perdida não, escondida. Brincando de pique-esconde com a gente pra ver se a gente se lembrava dela e botava pra jogo as memórias boas que ela trouxe pra gente. Ah, eu procurei. E até me apaixonei por ela, rapaz. Cê podia ter conhecido e se apaixonado também e aproveitado que o contato com ela faz a gente suspirar e acreditar em todo o resto que já dizem não mais existir. Recriar essa utopia sentimental pra acreditar em conto de fadas de um jeito de gente grande.
Você podia ter vivido sem o coração apertado com ela, rapaz. Mas vai que vocês se esbarram noutro dia, por acaso ou poesia, e decidem se encontrar?
Eu te amo, mas não sei como falar, como explicar, como agir, sei lá. Você murmura qualquer coisa e eu já tremo o cu de tanto nervosismo que a tua presença me causa. Me leve daqui. Me leve com você. Venha comigo. Mas não tenho para onde ir. Por mim, a gente pode ficar aqui, quietinhos dividindo sorvetes, cervejas, edredons e sonhos. Tanto faz a cama e o colchão. Você se importa tanto assim com isso?
Dia desses, eu tentei te esquecer de vez. Juro. Mas ai percebi que matar você em mim é o mesmo que morrer e continuar vivendo, sabe? Passaria o resto dos meus dias como zumbi recheado de dor e entalado de lembranças do que nunca viveu. Então, não morra não. Não antes de eu dizer que te amo. Não antes de você dizer isso para mim, também. Ou que vai pensar no meu caso. Ou que vai me levar contigo. Ou que ficará aqui comigo. Sei lá. Não se vá – nem para o céu, nem para a Nova Guiné – sem me dar mais uns minutos de esperança, uns carinhos no queixo e um descanso em teu ombro.
Olha aqui, vai. Eu tô me embolando as palavras, eu sei. Não porque eu sou confuso. Ok, eu sou confuso. Mas nem sempre. Não agora. Tá, agora eu posso estar um cado confuso. Mas é porque amar é, ao mesmo tempo, ter um dicionário a falar e não saber como. É como se meu cérebro desaprendesse qualquer idioma tolo. E eu fico aqui, gesticulando vírgulas que exigem a tua presença um pouco mais.
Fica, vai! Nesta semana, você anda tão triste que me aperta a alma. E eu não sei se você sabe, mas se estivesse comigo, cê seria mais feliz. Juro. Deu na TV, nos jornais, no tarot, no horóscopo, nas músicas e nos livros que ando lendo. Você gosta de ler, eu sei. Comecei a gostar porque vi você no ônibus viajando mais rápido naquelas páginas do que aquele motorista ruim de roda que faz o veículo parecer uma montanha russa. Sim, eu estava naquele ônibus. Dois bancos atrás de você. Não, não estou te perseguindo. Mas a gente sai a mesma hora da faculdade e minha casa fica a dois quarteirões da sua. Não sei onde você mora. Mas é que você sempre desce no mesmo ponto e vai para a mesma portaria que imaginei que ali fosse a tua casa.
Eu estou falando feito um doido, sem vírgulas ou pausas, inventando assuntos quaisquer porque estou morrendo de medo do silêncio oceânico que pode surgir e você desviar teus olhos dos meus, reparar na vizinhança, naquele moço de gravata cinza ou na senhorinha dando comida aos pombos, e, talvez, você reparando no moço de gravata cinza e na senhorinha dando comida aos pombos possa pensar que já não há mais nada a fazer aqui e decida ir embora porque não gosta de cinza, nem de pombos, nem de mim. Sei lá.
Cê tá com fome? Eu tenho um par de lábios e um tanto de sonhos que podem te alimentar. Juro. Como faz aquele macarrão que você gosta? Eu posso aprender, também. Mas te amo. E amar, além de ser algo que me deixa mais confuso, nervoso e gago, deve ser aprender a ser o mestre dos desejos do outro. Assim, só para te agradar, saber? Isso é amor. Você sabe. Ou acho que sabe. Mas, de qualquer forma, gostaria que soubesse que eu te amo. É, amor. Sem aqueles coraçõeszinhos infantis da quarta série. Ou musiquinha bonitinha por aqui. É amor. Ponto.
Entendeu alguma coisa? Não? Ok, perfeito assim. Se você entendesse, eu ficaria triste por ter conseguido explicar algo sem explicação. E é isso: de onde eu vim, sentimentos são inexplicáveis, mas explicam todo o resto. Amor é um sem sentido sentir e dar sentido a tudo. E este tudo, agora, é você. Juro.
Há algum tempo atrás, escrevi um texto que falava sobre luto romântico e todo o panorama que envolvia essa situação delicada de pós-relacionamento. Analisando melhor algumas vertentes e histórias que eu conheci – além, é claro, do meu gosto musical depressivo para letras que tenham alguma intensidade no assunto – delimitei algumas fases básicas que todo mundo passa, passou ou vai passar depois de um término baseado em algumas canções que falam por si próprias. Posso estar bastante errado ou limitado nas fases abaixo. Provavelmente estou. Mas não custa nada tentar falar um pouco sobre o assunto.
Fase I – Someone like you
É a fase mais dolorosa. É o momento em que as coisas ainda estão muito recentes ou muito confusas. É o momento em que a gente acha que nada nem ninguém em tempo algum conseguirão substituir quem passou. O número dela ainda está nos registros recentes, sejam por ligações movidas a álcool ou por recaídas comuns. Você ainda pensa nela em primeiro lugar quando quer contar algo, ou mandar alguma mensagem tarde da noite, ou quando o silêncio do teu quarto vem e te traz as lembranças das partes boas. Você sente a necessidade de manter cada pequena parte do que se lembra por perto. E se questiona até as coisas mais óbvias.
Você se agarra ao que sobrou. Tenta não dar aquela volta pra trás nem olhar pras coisas que você ainda tem dela. Guardar em caixas, enterrar num lugar onde ainda seja possível resgatar as coisas quando precisar delas. O bar, as garrafas, os copos, as noites vazias se tornam seus melhores amigos. Tratá-la com amizade ainda dói. Tratá-la com indiferença é impossível. Você ouve rumores, se afunda mais um pouco. Essa é a fase da fossa literal. Aos poucos o tempo vai passando, as intensidades vão diminuindo. Você realmente consegue pensar mais em você, em conhecer pessoas novas sem se prender tanto assim. Mas nada se compara ao que foi com ela. Não ainda. Mas é a fase necessária dos clichês.
Fase II – Warwick Avenue
Algum tempo já passou. Seu trabalho anda progredindo, você ganhou aquela promoção. Seus amigos fazem festas e você sempre acaba rindo das fotos em que você saiu com a cara mais engraçada do mundo. Você sai todas as sextas, conhece pessoas novas, gente bacana de verdade. Mas ainda te falta profundidade para entrar num relacionamento. Você não liga mais pra ela, não manda mais mensagens. Os amigos em comum falam dela e isso não te incomoda tanto assim. Você até conheceu o novo namorado dela quando ela atualizou o status do facebook. Não dói tanto, mas alguma coisa ainda está errada. Afinal de contas, você não é um ser humano com evolução espiritual a ponto de entender ainda o porquê de vocês não terem dado certo. Ela diz que é a vida. Você ainda discorda.
As gavetas foram fechadas e as chaves foram entregues ao seu melhor amigo. Você não abre mais, não chora mais, não sente mais se ninguém tocar na ferida. Você até consegue encontra-la naquele barzinho, meio que por acaso, meio que por provação. Dá um oi tímido enquanto se senta numa mesa no canto e fica assistindo a felicidade dela. O que ele tem que eu não tenho ou por que ele e não eu? São as perguntas que você se faz enquanto se pergunta se ela realmente te amou. Você tem estado confuso, tem dias em que pensa nela, em que pensa no que aconteceu há meses. Tem dias em que não tem tempo nem vontade de lembrar. No final da noite, depois de vê-la dando um beijo nele sem cerimônias, você levanta e paga a conta. Sai do bar com um sorriso no rosto. Ela está bem de verdade. Chegou a hora de você ficar também.
Fase III –My Sweet Song
Acabou. E caiu a ficha inteira pra você agora. Era uma coisa e não é mais. Era a sua doce canção, que não é tão mais doce assim. Você já consegue se apaixonar por aquela menina com o laço laranja na cabeça enquanto acha graça da timidez dela. Você já consegue falar com os amigos sobre o casamento dela sem se incomodar. Você já consegue fazer até brincadeiras sobre como vocês dois eram. Mesmo que em alguns momentos você ainda pense que poderia ter sido pra sempre. Você pensa, sorri, ri mais um pouco e deixa pra lá.
A melodia agora toca diferente. Você se dá conta de que não foi feita pra você. Talvez, até tivesse sido feita, mas as suas notas não combinavam com ela. Nem a sua maneira de querer viver a canção. Você está livre para procurar por outras canções, talvez mais adequadas ao que você gosta de escutar, talvez totalmente diferente e, por isso mesmo, tão adequadas ao que você necessita. Foi o tempo que passou, foram as novas aventuras da vida que curaram. Está ali, intocável. E agora é vez de aproveitar o sol que tá rolando lá fora, de aproveitar o que a vida tem de novo pra oferecer. É hora, talvez, de quebrar a cara de novo. Mas o mais importante é que agora é hora de se permitir mais uma vez. Melhor que continuar estagnado é continuar. Custe o que custar

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Quem sou eu

Oi, eu sou a Stephany Poubel e esse é oficialmente meu cantinho na internet. Hoje tenho 20 anos e moro no Rio de Janeiro. Sou formada em Gestão de Recursos Humanos, mas meu sonho mesmo é ser escritora. Minha vida às vezes parece roteiro de filme e eu adoro escrever, sempre gostei de compartilhar com outras pessoas o bom da vida. Sou apaixonada por musculação, porém minha dieta não é totalmente balanceada. Minha base é minha família, porém são eles que me apoiam. Meu blog se transformou num lugar onde compartilho as coisas mais legais que vejo por aí, e sempre serei uma eterna aprendiz!

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